Cheguei na segunda, 17 de março, em Buenos Aires. Meu voo partiu de São Paulo, onde passei cinco dias para aproveitar um pouco das férias com meus irmãos, cunhadas e sobrinhos que moram por lá. Fui recebida no Aeroparque por Dan, filho de um grande amigo de uma tia, a quem fiquei de passar uns dólares. De início achei que essa era uma péssima ideia. Mas não, Dan foi a melhor coisa que me aconteceu, pois ele me levou pra trocar dinheiro num lugar confiável e se passou de guia turístico, levando eu e meu pai (ele aproveitou para viajar também e me ajudar a encontrar um lar) para conhecer os bairros Palermo e Recoleta. Além de me dar várias dicas de sobrevivência ou de como viver bem aqui.
Almoçamos o prato típico do dia-a-dia argentino: Milanesa napolitana con puré de papas y gaseosa. Traduzo pra você: Filé de carne à milanesa com queijo, presunto e tomate, acompanhado de purê de batatas e refrigerante. Depois falo mais das minhas impressões sobre a culinária argentina.
Fizemos o passeio que antes achava o mais bizarro de todos: cemitério. Mas foi bom para conhecer um pouco mais da história argentina e suas figuras públicas. O Cemitério da Recoleta é imenso, mais parece um labirinto, e tem construções bem luxuosas, repletas de estatuetas. O mausoléu de Evita é o mais procurado. Tinha gente do mundo todo lá!
Também conhecemos a Floralis Genérica, uma escultura metálica em forma de flor de seis pétalas que possui um sistema elétrico que a faz abrir ao amanhecer e fechar ao anoitecer. É lindíssima! Se encontra na Plaza de Las Naciones Unidas, vale a pena conhecer.
Depois fomos ao apartamento de Dan e vimos todo o bairro de Palermo. Ele mora perto do Zoológico e do Jardim Botânico, sua vista é inundada de verde, fiquei encantada.
Por fim, pegamos um taxi até La Plata. Isso nos custou 650 pesos, mas minha mala pesada não nos permitia uma viagem de ônibus. E dá praticamente o mesmo em relação a gastos. Existe uma autopista Buenos Aires-La Plata com duas estações de pedágio ($6 ou 8), a viagem dura uns 40 minutos.
Me instalei no hostel e conversei com os queridos e queridas que ficaram no Brasil. Demorei para dormir. Muita ansiedade para conhecer minha nova cidade.

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